Eleições 2026 Moradores impedidos de votar denunciam ônibus paralisados na Zona Norte de São Paulo

Moradores da Zona Norte de São Paulo denunciaram paralisações e redução de ônibus durante a votação de 25 de outubro. Os relatos apontaram dificuldades para chegar aos locais de votação.

Segundo a reportagem, a operação reduzida ocorreu a pedido do prefeito Ricardo Nunes, que afirmou que manter 100% da frota em circulação seria um gasto desnecessário. A notícia reuniu denúncias sobre o transporte público na capital durante o dia de eleição.

Moradores relataram ter esperado até três horas sob chuva em pontos da Zona Norte. As ocorrências foram mencionadas em Santana, no Jardim Ângela e na Vila Zilda; nesta última, houve relatos de veículos com os motores desligados.

ônibus paralisados na Zona Norte

A reportagem também associou parte das áreas afetadas a locais onde Lula venceu no primeiro turno e apresentou a redução do serviço como um possível obstáculo ao voto. Os registros citados expõem as condições de deslocamento de eleitores durante a eleição.

Relatos de espera e ônibus parados em bairros da Zona Norte

A reportagem descreveu a Zona Norte como uma região importante da capital e a caracterizou como o principal eleitorado do país. Nesse contexto, os relatos sobre o transporte foram apresentados como ocorrências distribuídas por diferentes pontos, e não restritas a um único bairro.



As reclamações reunidas incluíram situações distintas: além da redução da oferta, moradores relataram interrupções no serviço e veículos que não circulavam. O conjunto de denúncias compôs o registro de falhas na operação do transporte público em São Paulo durante a eleição.

Em Vila Zilda, segundo os relatos citados, motoristas mantinham os ônibus desligados em vez de operar o serviço. A denúncia apontou uma situação diferente dos longos atrasos relatados em outros locais da região.

Redução da frota e denúncias de impacto no acesso ao voto

Segundo a reportagem, a operação reduzida foi solicitada pelo prefeito Ricardo Nunes, que considerou desnecessário o gasto para manter toda a frota em circulação. A decisão foi associada às denúncias de dificuldades de deslocamento de eleitores.

A matéria relacionou parte das áreas afetadas a locais onde Lula venceu no primeiro turno. Com base nessa associação, apresentou a redução do transporte como possível obstáculo ao exercício do voto nessas regiões.

O texto criticou a decisão de Nunes e também mencionou o prefeito de Salvador, Bruno Reis, ao condenar medidas que, segundo a reportagem, impediriam a população de votar. A crítica classificou a escolha dos dois prefeitos como política e criminosa.



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