O que é a Nova M’Boi Mirim?
A Nova M’Boi Mirim é um projeto apresentado pela Prefeitura de São Paulo, cujo objetivo é reformar a Estrada do M’Boi Mirim, localizada na zona sul da cidade. Esta iniciativa aguardada por moradores há três décadas busca melhorar a infraestrutura e a mobilidade na região, tornando o trânsito mais fluido e acessível.
Principais características do projeto
O projeto da Nova M’Boi Mirim inclui as seguintes características principais:
- Corredor central de ônibus: Um espaço dedicado ao transporte coletivo, visando reduzir o tempo de deslocamento.
- Faixa Azul para motociclistas: Uma área específica para facilitar a circulação de motocicletas, proporcionando maior segurança e agilidade.
- Ciclovia: Uma pista exclusiva para ciclistas, incentivando o uso de bicicletas como meio de transporte.
- Iluminação em LED: A modernização da iluminação ao longo da estrada, que não só economiza energia, mas também melhora a segurança.
Impacto das obras no trânsito local
Estatísticas da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que a área já enfrenta um tráfego intenso, com uma média de 41 mil veículos diariamente próximos ao Hospital M’Boi Mirim e até 69 mil na interseção com a Avenida Luiz Gushiken. O corredor de ônibus e as demais melhorias propostas têm a função de otimizar esse fluxo, facilitando a integração do transporte público e diminuindo os congestionamentos.

Previsão de entrega e etapas da obra
A implementação do projeto será realizada em três etapas, com a previsão de conclusão para 2028. A primeira fase, que compreende um trecho de 1,2 quilômetro entre Itapecerica da Serra e a Avenida dos Funcionários Públicos, já se encontra em andamento desde 5 de janeiro e deverá ser finalizada até setembro deste ano. As fases seguintes incluem detalhes de planejamento e desapropriações necessárias, com esforços para minimizar os impactos no trânsito durante as mudanças.
Investimento e financiamento do projeto
O investimento total para a revitalização do trecho é de R$ 446 milhões, valor que não considera as desapropriações. Os recursos serão geridos pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), em colaboração com o Governo do Estado por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
Vantagens para ciclistas e motociclistas
Com a inclusão de uma ciclovia e a Faixa Azul, a Nova M’Boi Mirim trará vantagens significativas para ciclistas e motociclistas. A ciclovia proporcionará um espaço seguro e dedicado, aumentando a quantidade de pessoas que optam por esse meio de transporte sustentável. A Faixa Azul, por outro lado, permitirá que motociclistas se locomovam de forma mais eficiente, reduzindo o risco de acidentes.
Declarações da Prefeitura sobre o projeto
O prefeito Ricardo Nunes afirmou que a obra é essencial para a melhoria do transporte público na região e destacou que a prioridade será sempre o conforto e a segurança dos usuários. Segundo ele, a Nova M’Boi Mirim se tornará um exemplo de infraestrutura urbanística já que se destina a facilitar a mobilidade entre diferentes cidades da região metropolitana e a capital.
Qualidade de vida e benefícios para moradores
Os moradores das localidades adjacentes, incluindo 19 bairros como Jardim Copacabana, Jardim Nakamura e Vila Calu, serão beneficiados diretamente com a obra. A expectativa é que a melhoria no transporte e a modernização da estrada também influenciem positivamente na valorização das propriedades e na qualidade de vida da população local.
Planejamento ao longo da Estrada do M’Boi Mirim
O planejamento da Nova M’Boi Mirim abrange uma análise detalhada sobre como as obras afetarão a circulação na via. A estratégia inclui a construção de baias para as paradas de ônibus, garantindo que o transporte coletivo ganhe agilidade, e o estudo das condições de tráfego durante a execução das obras para minimizar transtornos.
Como a comunidade pode participar das mudanças
A participação da comunidade é fundamental durante a implantação de projetos como a Nova M’Boi Mirim. A Prefeitura convida os cidadãos a se envolverem, por meio de reuniões públicas e canais de comunicação, onde poderão opinar e solicitar ajustes que atendam às necessidades locais. Essa interação é essencial para que a implementação do projeto reflita as demandas reais dos moradores.


